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Azeite de Oliva: Acertos e Erros…

Estrela das dietas saudáveis, o azeite de oliva traz inúmeros benefícios à saúde. É capaz de reduzir em 30% o risco de doenças cardiovasculares, pois diminui o mau colesterol – LDL – e aumenta o bom colesterol – HDL. Também é rico em vitamina E, que é oxidante, e vitamina K, vitamina que ajuda o nosso corpo a produzir os fatores de coagulação.
Porém, precisamos tomar alguns cuidados quando usamos o azeite de oliva na alimentação. Nós do Endocrinologia em dia, separamos algumas dicas, aqui a regra é – quanto mais natural, melhor!


1) Não esquente: o azeite é uma gordura poliinsaturada, o que quer dizer que é uma cadeia longa de ácidos graxos. Quando exposta ao calor, é quebrada em pedaços menores, e portanto “satura”, perdendo suas propriedades benéficas. Prefira o azeite de oliva para a finalização dos pratos, frio, in natura.


2) Menos é mais: apesar de saudável, o azeite não deixa de ser um óleo. E para cada grama, são 9 kcal. Logo, use pouco: 1 fio de azeite no máximo. Nada de encharcar a salada

3) Cuide bem do seu azeite: guarde ele em um local fresco e seco, longe do fogão. Se você usa raramente azeite – compre embalagens menores, porque se ele fica aberto por muito tempo, vai oxidando. Mas… se você raramente usa azeite… que tal pensar em usar mais?

Fonte: Endocrinologia em dia.

MITO: Tirar o jantar emagrece?

jantarEssa é uma pergunta muito comum. Mas o importante é entender que o que conta para o ganho e a perda de peso é a quantidade total de calorias ingeridas no dia. Isto é, se ela ultrapassa o que foi gasto e há sobra: vira gordura e ganhamos peso. Da forma oposta, se o balanço de energia é negativo, comemos menos que gastamos, emagrecemos. O objetivo de tirar o jantar é restringir as calorias ingeridas durante o dia. Porém, temos que fazer uma ponderação aqui. Se a pessoa retira o jantar e compensar no dia seguinte se alimentando mais, não haverá benefícios de ter retirado as calorias do jantar da dieta. Além disso, sabe-se que longos períodos de jejum ativam regiões cerebrais responsáveis por estimular o apetite, o que pode levar a uma maior ingestão calórica, se uma pessoa passa longos períodos sem se alimentar. O ideal é que o jantar seja uma refeição mais leve, composta de carboidratos complexos em pouca quantidade e proteína.