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Semana do dia das Mães: Manhê, a senhora já fez seu Checkup??

mãe 1É semana do dia das mães, e é você que vai cuidar dela desta vez!

Aqui no Endocrinologia em dia, esta semana será dedicada a elas: as mães. Mas, em vez de ganharem apenas elogios (que claro, elas merecem, e muito), vamos fazer diferente… em vez delas cuidarem de nós, vamos inverter. Em cada dia da semana, será uma dica diferente de como elas podem se cuidar melhor! Confira o post sobre a importância de se fazer o checkup.

Querida mãe, já estamos em maio, e precisamos checar se seus exames estão em dia. Não importa a idade da mamãe, os exames básicos precisam estar em dia, como por exemplo, os ginecológicos. Além disso, as taxas de açúcar, colesterol, tireoide, funcionamento dos rins e fígado devem ser checadas no mínimo anualmente.

Após os 40 anos, recomenda-se que a mulher realize a mamografia uma vez por ano. E antes dos 40 anos, a indicação da mamografia vai depender se a mulher tem fatores de risco como história de câncer de mama na família, exposição à radiação no tórax, e alterações ao exame físico das mamas. O exame do colo uterino com a coleta de material para o Papanicolaou também é fundamental para a prevenção do câncer neste local.

Com relação aos ossos, o exame principal para o diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, que é recomendada para todas as mulheres acima dos 65 anos e para as acima dos 60 anos que tenham fatores de risco – como história na família, história de fratura, tabagismo e história de abuso de consumo de álcool.

Quando ficamos atentos aos exames básicos de cada idade, conseguimos evitar e diagnósticar precocemente uma série de doenças.
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12/100 Mito: Comer açúcar em excesso causa Diabetes?

excesso de açúcarHoje nós vamos trazer um mito muito interessante. Existe uma grande dúvida entre as pessoas se o fato de ingerir açúcar em excesso causa Diabetes. Bem, para começar, é preciso entender o que causa o Diabetes.
Sabe-se que o Diabetes tipo 2 do adulto, que corresponde a 90% dos casos de Diabetes no mundo, tem causa multifatorial, ou seja, são muitos fatores que juntos desencadeiam a doença. A vida sedentária, a tendência genética e principalmente o ganho de peso são as principais causas.
O ganho de peso é decorrente do excesso de calorias ingeridas. Dessa forma, se a pessoa come açúcar a mais e acaba por isso ganhando peso, neste caso sim o açúcar é a causa do ganho de peso, que finalmente, pode levar ao Diabetes. Mas se a pessoa come pão em excesso, ou batata, ou arroz, e devido a estas calorias fica acima do peso, também igualmente tem risco de desenvolver Diabetes.
Resumindo: não é o fato de comer especificamente açúcar que causa Diabetes, mas sim o fato de comer em excesso qualquer alimento que acabe fazendo com que o peso da pessoa aumente. E, além do excesso de peso, é preciso juntar outros fatores, como sedentarismo e história familiar para daí sim, ter maior risco de desenvolver Diabetes. Quer evitar o Diabetes? Comece combatendo o sedentarismo e equilibrando a sua dieta com alimentos saudáveis!

Você conhece todos os tipos de Adoçante?

Você conhece todos os tipos de Adoçadoçantesantes? Saiba como escolher.

Hoje em dia há várias opções de adoçantes no mercado, e muitas vezes fica difícil decidir qual escolher. Nós vamos falar de cada uma delas, assim você se sentirá mais seguro para poder optar, mas ainda estiver com dúvidas, uma conversa com seu médico clínico geral, endocrinologista ou seu nutricionista pode te ajudar a fazer a melhor escolha!

Sucralose: É o único adoçante derivado do açúcar, ou seja da sacarose- que é o nosso açúcar de mesa. Seu poder dulçor, ou seja, de adoçar é 600 vezes superior ao do açúcar, e não tem sabor residual amargo. Ele é bem estável às altas temperaturas e portanto seu gosto não se altera quando usado para cozinhar. Diversos estudos foram realizados com a sucralose, e este adoçante tem se mostrado bastante seguro, sem efeitos tóxicos ou carcinogênicos. Com a indicação de um médico ou um nutricionista, poderá ser usado por gestantes e crianças.

Ciclamato: É 40 vezes mais doce que a sacarose, tem um leve gosto residual, e não possui valor calórico. É produzido a partir de um derivado do petróleo, o ácido ciclo hexano sulfâmico, e nos alimentos é encontrado na forma combinada com o sódio: o ciclamato de sódio. Dessa forma, deve ser evitado por hipertensos. Seu consumo diário consumo seguro é de 11mg/kg de peso.

Sacarina: A sacarina é o adoçante artificial não calórico mais antigo que existe. Tem um poder adoçante 200 a 700 vezes maior que o açúcar da cana (sacarose). Sozinha, em altas concentrações, a sacarina tem gosto residual amargo e metálico e, por isso, é associada ao ciclamato para atenuar o sabor. No nosso organismo ela é absorvida lentamente, e é excretada de forma inalterada pelo rim. Como é estável a altas temperaturas, pode ser utilizada em preparações quentes. Seu consumo diário seguro é de 2,5 mg/kg de peso.

Aspartame: É produzido a partir dos aminoácidos encontrados normalmente nos alimentos: fenilalanina e acido aspártico. Tem parecido com o açúcar branco, e tem potencial de adoçar 200 vezes maior que a sacarose, permitindo o uso de pequenas quantidades. Seu valor energético corresponde a 4 cal/g. Talvez seja o adoçante mais apreciado devido ao seu sabor bastante parecido com o açúcar, sem apresentar residual amargo. No entanto, quando exposto a altas temperaturas, como no preparo de alimentos, o aspartame perde sua doçura. Contra-indicado para os portadores de fenilcetonúria e se desaconselha o uso por grávidas.

Acessulfame- K: produto derivado da família do ácido acético, tendo seu poder de doçura 180 a 200 vezes maior que o açúcar. Seu sabor residual é parecido com a glicose. É estável em altas temperaturas, o que permite que seja usado na cozinha. Os estudos internacionais validaram o uso do acessulfame –K e o FDA (Food and Drugs Administration) liberou sua utilização em alimentos. No entanto, é preciso tomar cuidado com seu uso nos pacientes com insuficiência renal, pois, por ser composto de potássio pode elevar os níveis desta substância no sangue.

Esteviosideo: Seu poder adoçante é cerca de 200 a 300 vezes maior que o da sacarose, sendo o único adoçante de origem vegetal produzido em escala industrial. É totalmente atóxico e seguro ao organismo, mas seu uso é pequeno devido a um sabor residual amargo.