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Outubro Rosa – Cuidados da mulher adulta

Para cada idade, temos vários exames preventivos que precisam ser realizados, assim evitamos o aparecimento de doenças. Este mês, em que lembramos a prevenção do câncer de mama, vamos aproveitar para falar um pouco da saúde da mulher em cada etapa da vida:  adolescência, idade adulta, menopausa e pós menopausa. Nos acompanhe nesta série!

Depois da adolescência, os cuidados com a saúde da mulher devem ser reforçados.

vida adultaNa vida adulta geralmente a mulher já tem vida sexual, e a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis é um dos pontos chaves desta época da vida. Cuidados para evitar HIV e hepatites são fundamentais, mas também incluímos sífilis, trichomonas e herpes genital, que são transmitidas pelo ato sexual. A consulta regular com o ginecologista, a coleta do papanicolaou e os exames de rotina – ultrassom de mamas, transvaginal ou pélvico via abdominal são armas para controle.
Além disso é perto dos 30 anos que a mulher tem seu pico de massa óssea, portanto uma alimentação com a quantidade correta de cálcio – 3 porções de leite e derivados por dia – controle dos níveis de vitamina D no sangue e exercícios com impacto são os pilares da construção de uma boa massa óssea. E osso forte é osso com menor risco de osteoporose no futuro.
O controle do peso, é fundamental nesta etapa da vida. Risco de diabetes, pressão alta e alterações de colesterol estão intimamente ligados ao ganho de peso. A dica aqui é uma rotina saudável: a prevenção de doenças no futuro depende da saúde do presente!

Outubro Rosa

Para cada idade, temos vários exames preventivos que precisam ser realizados, assim evitamos o aparecimento de doenças. Este mês, em que lembramos a prevenção do câncer de mama, vamos aproveitar para falar um pouco da saúde da mulher em cada etapa da vida:  adolescência, idade adulta, menopausa e pós menopausa. Fadolecenciaique ligado e nos acompanhe nesta série!

A adolescência é época de grandes transformações no corpo da mulher, é na adolescência que a menina ganha consciência corporal. Para que este desenvolvimento seja saudável, ela precisa de cuidados.
O primeiro passo é a consulta com o ginecologista. O momento certo vai ser indicado geralmente pelo pediatra, mas é importante uma conversa com a família e a própria adolescente para ajudar a decidir como e quando.
É na adolescência que o corpo da menina termina de ser formado. O peso acima do recomendado nesta época determina maior risco de desenvolvimento de ovários policísticos e resistência à insulina – que aumenta a tendência de diabetes na vida adulta.
Além disso, a vacina do HPV – as 3 doses – e os cuidados com a carteira de vacinação são importantes para prevenir doenças como câncer do colo de útero, rubéola e tétano.
Também é preciso tomar cuidado com a pele – aplicando sempre o filtro solar – pois o risco de câncer de pele aumenta com a exposição solar cumulativa ao longo da vida. Ou seja, o sol em excesso e sem filtro na adolescência e na infância pode aumentar os riscos de câncer de pele no futuro. Pense nisso!

Com indicação, anorexígeno pode sim ser aliado do emagrecimento

Nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o projeto que suspende resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibindo o uso de inibidores de apetite e controlando o uso da sibutramina. Sendo assim, é necessário desmistificar o assunto e acabar com o mito de que os inibidores de apetite são vilões para nossa saúde. 

Os anorexígenos, nome que pode assustar algumas pessoas, não passam de remédios utilizados por pessoas que precisam emagrecer, mas não conseguem resultados apenas balanceando a alimentação ou fazendo exercícios físicos. “É preciso entender que os inibidores de apetite causam anorexia – que, apesar de ser o nome de um transtorno alimentar, significa simplesmente ‘perda de apetite’”, explica Andressa Heimbecher, médica endocrinologista especializada em emagrecimento e transtornos alimentares.

Como o assunto causa polêmica, ela acredita que desmistificar os remédios usados para emagrecer pode incentivar seu uso correto. “Os anorexígenos podem ajudar muito a quem de fato precisa perder peso. O problema com essa classe de medicamento vem do seu uso indiscriminado e, muitas vezes, em doses excessivas”, comenta. Na busca de um corpo magro, as pessoas muitas vezes tomam atitudes extremas, que geram consequências. Alguns anorexígenos têm sérios efeitos colaterais – e por isso foram proibidos. Para que o benefício seja maior do que os efeitos adversos, é preciso usar essa medicação com consciência – e sempre com orientação médica. 

Os anorexígenos são medicamentos psicotrópicos que agem no sistema nervoso central e podem gerar alterações de humor e comportamento. Essa já é uma forte razão para não utilizá-los sem supervisão profissional. Desde que a maioria dos anorexígenos foi proibida no Brasil, o receio em usar esse tipo de substância aumentou. 

Segundo a especialista, estes remédios tem o poder de bloquear a sensação de prazer que temos ao comer. “A sibutramina bloqueia a recaptação dos neurotransmissores norepinefrina e serotonina no sistema nervoso central. Eles são responsáveis pela sensação de prazer ao comer, então seu bloqueio reduz a ingestão alimentar”, explica. A substância também estimula a geração de calor em tecido adiposo marrom, tanto em experimentos com animais quanto em humanos. “Essa geração de calor, chamada termogênese, aumenta o gasto calórico, o que favorece o balanço energético negativo”, esclarece. 

Saiba mais em: http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-34–49-20140718