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Como identificar o aumento dos níveis de cortisol?

cortisol 2O cortisol é um hormônio com uma característica muito especial. Enquanto a maior parte dos hormônios pode ser dosada na corrente sanguínea em um período do dia, para sabermos se o cortisol está ou não elevado, é preciso saber o RITMO do cortisol. Para isso podemos dosar o cortisol na urina, coletando a urina por 24 horas, ou então através do exame do cortisol na saliva, que pode ser coletado as 23 horas ou à meia noite. Além destes dois métodos, podemos dosar o cortisol através do que chamamos de teste de supressão. 

O teste de supressão mais simples consiste na pessoa tomar a dexametasona 1 mg às 23 horas do dia anterior à coleta do exame de sangue. A resposta correta do nosso organismo é, diante da presença da dexametasona na corrente sanguínea, que nossos níveis de cortisol fiquem suprimidos, ou seja, no menor nível possível. Quando o corpo produz níveis altos de cortisol, seja por alteração na supra-renal ou hipófise, a resposta de supressão/diminuição dos níveis de cortisol não ocorre corretamente e com isso há necessidade de continuar investigando para procurar a causa. 

Essa investigação deve ser sempre feita por um especialista, no caso um Endocrinologista. Fique atento pois somente a identificação com a correta confirmação dos níveis altos de cortisol define se há necessidade de se procurar alguma alteração no organismo. Informação certa é o que conta! 
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Cortisol, hormônio do estresse??

cortisol 1Muito tem se falado nos últimos anos sobre o aumento dos níveis de estresse no nosso dia-a-dia. E várias estratégias em vários aspectos da vida são divulgadas na tentativa de reduzir os níveis de estresse… comer frutas com antioxidantes, meditar, dormir, exercitar-se… e fica difícil avaliar o impacto de cada uma delas na melhora nos níveis de estresse.

Mas, até onde se sabe que realmente o estresse está relacionado com altos níveis de cortisol no sangue?

Existe a percepção de que o nosso estilo de vida moderno esteja levando o nosso organismo a produzir níveis mais altos de cortisol ao longo do dia. Os pesquisadores da reconhecida Clínica Mayo, nos Estados Unidos, esclarecerem que a liberação do cortisol pelas nossas glândulas supra renais é considerada adequada quando nosso organismo está enfrentando períodos de ameaças. 

Isso vem da própria evolução da espécie, quando necessário, nosso corpo produz hormônios de alerta: adrenalina e cortisol. O grande X da questão é que esta resposta estressora pode estar ativada à longo prazo fazendo com que os níveis de cortisol sejam liberados de forma mais constante, levando aos sintomas conhecidos de estress crônico como ansiedade, depressão, problemas digestivos, doenças cardíacas, alterações de sono, ganho de peso e dificuldade de concentração e memória.

Para fazer o diagnóstico de alteração de cortisol, é preciso realizar as dosagens do ritmo do cortisol no organismo: cortisol salivar, teste de supressão e cortisol em urina de 24 horas… mas isso é assunto para os próximos posts! 
Fonte: http://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/stress-management/in-depth/stress/art-20046037
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Hora de fazer exercicios, programados ou não!

exerciciosAnde, caminhe… nós fomos feitos para isso, e muito mais movimentos.

A atividade física faz a pessoa gastar mais calorias do que se ficar em repouso, porque durante a prática de exercício físico o seu metabolismo acelera. Além disso, os exercícios liberam de diversos hormônios que estão associados ao bem-estar físico e mental.

Há duas formas de nos exercitarmos: a forma programada – caminhar, correr, academia, pilates… e a forma não programada, como subir escadas, andar um pouco a mais do que o habitual… ou seja tentar se movimentar mais ao longo do dia, várias vezes ao dia. Sabemos, por exemplo, que subir 3 lances de escada equivale a 10 minutos de caminhada

Vamos começar aos poucos? Que tal tentar?

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